7 de Fevereiro de 2026
Episódio 01: Com a Folha eu Aprendi
Marco Telles e Coletivo Candieiro cantam a humildade e a inclusão
A primeira coisa que me chamou atenção na letra da música é o refrão. Os compositores repetidas vezes trazem a imagem da folha ao cair, deixando para os ouvintes a imaginação. É um presente imaginar o quanto esta folha se movimenta singularmente em sua própria fé na natureza, abrindo caminho no ar até seu percurso fazer. Mas não é uma queda ensimesmada. Há movimento, há resistência.
Acredito que o ditado me leva a pensar que cair serve para provar o humus (humildade), para alimentar o solo para as próximas gerações de seres viventes.
Outra coisa que está ao chão é o lustre, numa sala privada. Aqui prefiro não comentar e deixar para você fazer a comparação. Parece um cenário difícil para se localizar.
Personagens como o Zé e a Maria nesta festa que os convida à alegria, sentem-se parte do todo, onde se pode ver o a cor da pele sob a saia e não se sentir culpada pois esta cor (assim na terra como no céu) é fundamental para colorir o um azul vazio. O azul não mais prevalece como absoluto do céu. Pensem nos reis de sangue azul… no Real… na realidade construída para nos submeter a crenças que excluem da festa as minorias. É tosco. Mas reproduzimos, não questionamos.
CifraClub
Quem quiser buscar a música para tocar pode tirar, já está no ar
“Macumba Gospel”
Os evangélicos segundo o Censo constituem uma maioria negra.
A crítica gerada em meios conservadores são vazias mas podem encontrar respostas em livros ou publicações acadêmicas.
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